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martes, 31 de enero de 2017

R7 de BRASIL entrevista a Javier Miglino sobre el flagelo de la inmigración ilegal en Argentina.

R7 uno de los portales más leídos de BRASIL entrevista al Dr. Javier Miglino. Fundador de la ONG Defendamos la República Argentina sobre el tema de la inmigración ilegal que afecta al gigante Austral.

"Si una persona no tiene antecedentes penales, tiene calificación profesional o dinero suficiente para montar un negocio propio es posible ingresar al país. Pero carecer de dinero o de calificación profesional es exactamente la misma cosa que tener antecedentes penales.

No tiene sentido para esa persona (el inmigrante) salir de su país para ir a la Argentina. Puede buscar trabajo en su propio país o en otro. Pero la Argentina no puede ser un paraíso de inmigrantes que no tienen calificación (profesional), analfabetos y pobres que hacen aqui lo no harían en su país de origen".

Javier Miglino. Fundador de Defendamos la República Argentina.

Se a pessoa não tem antecedentes criminais, tem qualificação profissional ou dinheiro suficiente para sustentar negócio próprio é possivel ingressar no país. Mas carecer de dinheiro ou qualificação é exatamente a mesma coisa que ter antecedentes criminais. Não tem sentido essa pessoa sair do seu país para ir à Argentina, pode procurar trabalho em seu país ou em outro, mas a República Argentina não pode ser um paraíso de imigrantes que não têm qualificação, analfabetos, pobres e para fazerem aqui o que no fariam em seu país de origem.

"Argentina não pode ser um paraíso de imigrantes", diz líder de conhecida ONG no país.


Apontar o imigrante como causa dos problemas sociais em vários países tem se tornado uma atitude cada vez mais comum. A iniciativa governamental mais recente neste sentido foi da Argentina. O presidente Maurício Macri decretou, nesta segunda-feira (30), uma lei que restringe a imigração e facilita a deportação, reforça o policiamento nas fronteiras e torna mais rápido o acesso a informações sobre os antecedentes criminais daqueles que ingressam no país. O decreto não necessita da aprovação do Congresso.
A medida recebeu o apoio de maior parte da população, conforme afirmou o advogado Javier Miglino, fundador da ONG Defendamos Buenos Aires, que se tornou uma espécie de vigilante da rotina local e fonte de informações sobre delitos na capital (como a presença de flanelinhas) e por todo o território argentino. Procurada pelo R7, a direção da Anistia Internacional na Argentina preferiu não se manifestar nesta segunda, afirmando que estava elaborando um relatório a respeito da medida a ser divulgado nesta terça-feira (31). O advogado considera que nem o fato de alguém não ter antecedentes criminais é suficiente para uma autorização de moradia no país.
— Se a pessoa não tem antecedentes criminais, tem qualificação profissional ou dinheiro suficiente para sustentar negócio próprio é possivel ingressar no país. Mas carecer de dinheiro ou qualificação é exatamente a mesma coisa que ter antecedentes criminais. Não tem sentido essa pessoa sair do seu país para ir à Argentina, pode procurar trabalho em seu país ou em outro, mas a República Argentina não pode ser um paraíso de imigrantes que não têm qualificação, analfabetos, pobres e para fazerem aqui o que no fariam em seu país de origem.
Na Argentina, 54% da população considerou que os imigrantes estão em excesso no país, segundo a pesquisa Global Views on Immigration and the Refugee Crisis, divulgada em agosto último pelo instituto de opinião Ipsos. O número coloca a Argentina em 1º no ranking da América Latina e em 10º no mundo neste quesito. Entre 2011 e 2015, mais de 75% dos imigrantes que chegaram ao território argentino vieram do Paraguai, Bolívia e Peru, de acordo com o Ministério do Interior da Argentina.
Dizendo-se contrário em vários aspectos a Macri, ele afirma que neste tema apoia a iniciativa do governo. E considera essas favelas (villas) como locais que estimulam a criminalidade.
— Sim, neste momento há um apoio muito importante à iniciativa de Macri, há muitas coisas de seu governo de que não gosto, mas essa iniciativa em particular é positiva e acredito que muita gente considera desta maneira. Pelos numeros, 40% dos presos em cárceres argentinos são estrangeiros e mais de 90% das favelas argentinas em Buenos Aires e na Grande Buenos Aires, são compostas por estrangeiros.
Pela própria medida, que lembrou de "atos recentes do crime organizado", no entanto, a porcentagem de estrangeiros no sistema presidiário argentino, apesar de ter crescido nos últimos anos, chega a 21,35% da população carcerária em 2016, abaixo dos 40% citados pelo advogado. A alteração da lei foi feita, segundo o texto, para que estrangeiros que cometerem crimes "mal-intencionados" sejam expulsos do país e proibidos de voltar durante ao menos oito anos.
A iniciativa de Macri serviu para unir vários setores da oposição peronista em torno da ideia. Apoiaram a medida, entre outros, o líder dos kirchneristas no Senado, Miguel Pichetto, e Sérgio Massa, peronista mas contrário ao kirchnerismo. Miglino, porém, garante que suas ONGs (ele também é fundador da Defendamos la República Argentina) não têm vínculo com nenhum partido, afirmando buscar sempre distância dos políticos.  
— Há anos existe um debate na Argentina com relação aos estrangeiros. Vê-se com bons olhos, como sempre, os que chegam para trabalhar, criar indústrias, comércio. Não são poucos bolivianos visionários com estabelecimentos, peruanos com restaurantes, mas se vê com maus olhos os imigrantes que chegam para delinquir, se é um delinquente ele nunca diz que vem para delinquir. A não ser se for de grupos criminosos de colombianos que viajam pelo mundo, inclusive pelo Brasil, para delinquir.
Na opinião de Miglino, desde Fernando de la Rúa (1999-2001), a Argentina vive a pior sequência histórica de presidentes eleitos, incluindo o governo de Maurício Macri em sua lista. Ele ressalta que admira Donald Trump por sua postura de ter cumprido o que prometeu na campanha, mesmo não se dizendo favorável ao teor da proposta do americano contra os mexicanos. E não se define como um conservador de direita.
— Se defender que a Argentina tenha segurança, trabalho e ordem é ser de direita, sim, somos de direita. E se a definição de que tudo isso seja de esquerda, somos de esquerda. Nós somos profundamente argentinos e estamos com o país, não importa se nos chamam de direita ou de esquerda.

"Si defender que Argentina tenga seguridad, trabajo y orden es ser de derecha, sí, somos de derecha. Y si esa definición implica que todo eso sea de izquierda, somos de izquierda. 
Nosotros somos profundamente argentinos y estamos con el país, no importan si nos llaman de derecha o de izquierda.

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